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Saiba o que o Governo de SP já fez pela liberação da fosfoetanolamina
05/01/2016

 

Próximo passo é iniciar testes clínicos em hospitais da rede pública

 

O Governo do Estado de São Paulo apoia os avanços dos estudos da substância fosfoetanolamina e seu uso compassivo no tratamento do câncer. Em novembro de 2015, o governador Geraldo Alckmin esteve com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, para debater o uso da fosfoetanolamina em pacientes com câncer.

Acompanhado do secretário de Estado da Saúde, David Uip, do professor Gilberto Chierice, da USP, e de pesquisadores, o governador entregou ao ministro um ofício solicitando o uso compassivo da fosfoetanolamina, conforme resolução RDC nº 38/2013, do Ministério da Saúde, que abre exceção para que substâncias possam ser utilizadas até que tenha aprovação final do Governo Federal.

No ofício, Alckmin também informa que pretende dar início aos testes clínicos em hospitais da rede pública estadual para avaliar a eficácia da fosfoetanolamina sintética em até mil pacientes.

Além disso, o protocolo para liberação de pesquisa clínica, liderada pelo pesquisador doutor Paulo Rolf, será apresentado em breve. Finalizada esta etapa e com aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), o Estado começa os testes clínicos no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).

A Universidade de São Paulo (USP) cedeu ao Estado o direito à pesquisa e produção da substância para que seja utilizada nos testes. Esta produção será realizada pela Furp (Fundação para o Remédio Popular), laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo. Vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, é o maior fabricante público de medicamentos do Brasil e um dos maiores da América Latina.

Do Portal do Governo do Estado