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Agora é Lei - Banco de perucas poderá beneficiar pessoas com alopecia quimioterápica
19/01/2016

 

Da assessoria da 1ª Secretaria

Foi publicada na terça-feira, 19/1, a Lei 16.122/2015, que autoriza a criação de banco de perucas destinadas às pessoas com alopecia decorrente de quimioterapia. A norma legal é resultado da aprovação, em dezembro último, do Projeto de Lei 618/2015, de autoria do 1º secretário da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Enio Tatto (PT).

A lei prevê a criação do banco de perucas com a captação de doações pelas instituições de saúde ligadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) para posterior distribuição às pessoas com alopecia provocada pela quimioterapia.

Alopecia é o termo técnico para a perda de cabelo. Quando pacientes de câncer são submetidos a tratamento quimioterápico, essa queda pode ocorrer. Nesses casos, essa condição é temporária e reversível quando há a interrupção da medicação.

Enio Tatto, ao comentar a lei, observa que "a necessidade do uso da peruca surge na vida das pessoas com câncer no momento em que elas estão mais vulneráveis. Além do mal-estar da própria doença, a pessoa ainda tem de conviver com a ausência de cabelo. Amenizar o problema ajuda na recuperação da autoconfiança e, assim, fortalece os pacientes no enfrentamento da doença".

"É importante reforçar que a questão não é apenas estética. Pesquisas comprovam que o ganho de autoestima ajuda no sucesso do tratamento contra o câncer", conclui o deputado.