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Coleta seletiva será universalizada na capital
01/02/2016

 

Da assessoria do deputado Marcos Martins

 

Em convênio assinado com cooperativas, neste mês de janeiro, a prefeitura de São Paulo deu mais um importante passo na gestão dos resíduos sólidos produzidos no município. Com a medida, o executivo municipal pretende universalizar a coleta seletiva até o final deste ano.

Segundo informações da prefeitura, este tipo de coleta já chega a 85 dos 96 distritos paulistanos que recebem atendimento parcial ou universal. Desse total, são 46 universalizados, 39 parciais e apenas 11 não contemplados, que devem ser atendidos até o final deste ano.

Para Marcos Martins (PT), a coleta e destinação do lixo é uma questão de saúde pública. "Nenhum município deveria medir esforços para garantir a destinação correta do seu lixo. O que é reciclável deve ser reciclado, o que for orgânico também deve seguir para seu destino correto e, principalmente, o lixo perigoso deve ser encaminhado para aterros específicos", defende o parlamentar, autor da Lei 16048/15, que responsabiliza os fabricantes de produtos que utilizam amianto (material cancerígeno) pela sua destinação final.

"A cidade de São Paulo produz toneladas de resíduos diariamente. No entanto, não é possível distinguir o meio ambiente da saúde, pois são duas áreas correlatas. O que é benéfico para o meio ambiente também é para a saúde, e isso torna uma ação com esta fundamental na garantia da qualidade de vida para a população em qualquer município", conclui Martins.

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