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Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa completa 30 anos
14/03/2016

 

Em solenidade comemorativa, Governo de São Paulo homenageou policiais que atuam há quase três décadas no departamento

 

O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de São Paulo está completando três décadas de atividades. A data foi marcada por uma cerimônia especial no Palácio dos Bandeirantes nesta segunda-feira (14).

Durante o evento, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, homenageou policiais civis de diversos departamentos que atuam há quase 30 anos no DHPP. A solenidade também foi um reconhecimento aos serviços prestados pelos agentes.

O secretário da Segurança Pública fez questão de mencionar o índice de crimes resolvidos e destacou o Departamento como "um dos mais modernos do país". "É um departamento importantíssimo da Polícia Civil, que exporta competência, expertise, dedicação para desvendar os crimes mais graves que existem, que são os crimes contra a vida", ressaltou o secretário.

Reforços

De 2013 até o ano passado, as equipes que atuam no DHPP receberam reforço de diversos equipamentos de informática, como impressoras, tablets e notebooks, além de mobiliário e materiais para auxiliar na investigação criminal. No total, foi investido mais de R$ 1,6 milhão nesses equipamentos.

O Departamento também ganhou um Laboratório de Arte Forense, que é pioneiro na América Latina. O setor alia tecnologia de ponta, habilidades artísticas e conhecimentos avançados em computação gráfica para ajudar a solucionar crimes e a encontrar crianças e adolescentes desaparecidos.

No laboratório são produzidos retratos em 3D com progressão da idade e também é feita a reconstituição facial de vítimas. O Governo do Estado investiu mais de R$ 187 mil na montagem do setor.

Em 2011, o DHPP teve sua área de atuação ampliada para todo o Estado, ocasião em que teve a palavra "Estadual" incorporada ao seu nome. Três anos depois, ganhou uma nova unidade especializada na investigação de crimes relacionados a briga de torcidas - a Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade).

O DHPP recebe, inclusive, pessoas de outros estados para exportar o conhecimento adquirido no decorrer dos 30 anos.

Do Portal do Governo do Estado