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Campanha nas estradas alerta sobre uso de celular ao dirigir
15/07/2016

 

Com o objetivo de alertar os motoristas sobre os perigos de dirigir e utilizar o celular – seja para atender ligações, seja para ler ou escrever mensagens –, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e as 20 concessionárias que administram as rodovias concedidas do Estado participam da campanha de segurança veicular, durante o mês de julho. A ação foi desenvolvida pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), como parte das celebrações dos 60 anos da entidade.

Nas rodovias, os motoristas estão sendo chamados à reflexão pela mensagem “Desligue o celular. Ligue a vida!”, exibida nos painéis eletrônicos espalhados por diversos pontos dos 6,4 mil quilômetros de malha rodoviária sob concessão.

Minimultas – Sobre o tema, durante os dias 30 e 31 de julho, realiza-se a ação Patrulha mirim: unidos pela segurança, na cidade de Louveira (ver serviço).

Serão desenvolvidas atividades lúdicas e interativas para crianças em espaços nos postos, que terão decoração personalizada para despertar maior interesse dos futuros motoristas. Recebidos por profissionais caracterizados como patrulheiros, os pequenos assistirão, em um espaço exclusivo, a um vídeo que explica a importância do uso do cinto de segurança. No filme, as crianças também terão noção de como o uso do celular altera os reflexos e tira a atenção do motorista, aumentando significativamente o risco de acidentes.

Haverá distribuição de um kit de patrulheiro mirim, com adesivos, uma insígnia da patrulha e um talão de multas. A ideia é que as crianças “multem” seus familiares e amigos adultos que não usam o cinto de segurança ou não exigem que os demais ocupantes do veículo utilizem equipamento, e também “autuem” os que, imprudentemente, dividem a atenção ao volante com o aparelho celular.

Pesquisas realizadas pela Artesp mostram que é grande o índice de pessoas que não utilizam o cinto de segurança, sobretudo no banco traseiro dos veículos. No último levantamento, realizado em agosto no Estado, foi constatado que o uso do equipamento era ignorado por 9% dos condutores, 11% dos passageiros do banco dianteiro e 38% dos passageiros do banco traseiro.

DOE, Executivo I, 15/07/2016, p. IV