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Ceia de Natal fica 10% mais cara na cidade de São Paulo, aponta pesquisa
13/12/2016

 

Procon-SP registra diferença de preço de até 136,40%

 

Os itens da ceia de Natal paulistana ficaram 10,31% mais caros neste ano, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP. O resultado foi obtido após a comparação de 128 produtos comuns entre os levantamentos realizados neste ano e no ano passado.

A maior diferença de preço, 136,40%, foi encontrada no azeite de oliva extra virgem reserva (vidro de 500 ml), da marca Gallo. Em um supermercado ele custava R$ 23,90 e em outro, R$ 56,50.

Entre os itens mais consumidos na época de Natal, os panetones, a maior diferença encontrada foi no panetone de banana com canela (500g), da marca Village (79,13%). Em um estabelecimento ele custava R$ 14,90 e no outro, R$ 26,69.

Do total dos itens divulgados, um supermercado da zona norte da capital foi o que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço (69 itens). A coleta de preços foi realizada entre os dias 28 e 30 de novembro, em dez supermercados distribuídos pelas regiões norte, sul, leste, oeste e centro do município de São Paulo.

Foram comparados os preços de 199 itens de diferentes marcas: azeites, bombons, carnes congeladas, lentilhas, conservas, farofas prontas, frutas em calda, panetones, chocotones e bolos de Natal. O objetivo é oferecer uma referência de preços para o consumidor nas suas compras.

Dicas de compras

A fim de reduzir o risco de levar produtos desnecessários, os especialistas do Procon-SP recomendam fazer uma lista dos itens que farão parte da Ceia de Natal antes de ir às compras.

Na hora da compra, é importante ler as embalagens e rótulos dos produtos, observando características, condições de conservação e informações nutricionais, além da data de validade.

As promoções divulgadas pelos estabelecimentos comerciais devem ser cumpridas, por isso, é aconselhável guardar os folhetos e anúncios publicitários que comprovem as ofertas.

Quando passar os produtos pelo caixa, observe os valores registrados. Havendo diferença entre o preço cobrado e o que estava informado na gôndola, prevalece o menor.

Do Portal do Governo do Estado