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Férias de Verão: confira doze dicas para evitar afogamentos
03/01/2018

 

No mar e rios, onde houver correnteza, não ultrapasse a linha da cintura para não ser surpreendido; é importante redobrar a atenção

 

Com a chegada do calor, os casos de afogamentos em praias, rios e piscinas acabam aumentando. De acordo com levantamento da Secretaria da Saúde, duas pessoas morrem por dia no Estado, vítimas de acidentes do tipo. Metade das ocorrências estão relacionadas com adultos entre 20 e 49 anos. Para evitar riscos desnecessários, observe os seguintes cuidados:

1 – Atenção para as placas de sinalização do Corpo de Bombeiros nos locais de maior perigo. Entre na água apenas nos lugares mais seguros;

2 – No mar e rios, onde houver correnteza, não ultrapasse a linha da cintura para não ser surpreendido por depressões no solo, ondas e correntes inesperadas;

3 – Se for para o fundo não dispense o uso de boia e jamais a abandone, mesmo em momentos de maior controle;

4 – Em caso de perigo, tente manter a calma e não nade contra a correnteza. Sinalize com os braços para pedir ajuda e procure boiar;

5 – Nos rios, caso perca o controle, nade no mesmo sentido da correnteza, tente ficar mais próximo das laterais e procure se aproximar lentamente das margens;

6 – Atenção com os mergulhos: evite mergulhar de cabeça em depósitos naturais de água, pois o fundo está em constante transformação. O choque com o fundo pode provocar desmaios e traumas de sérias consequências para a coluna cervical;

7 – Não entre na água se estiver alcoolizado. O uso de bebidas alcóolicas tira o senso de perigo e expõe a pessoa a riscos desnecessários;

8 – Mergulhe sempre na companhia de outras pessoas que possam auxiliá-lo quando preciso;

9 – Evite ou redrobe a atenção com os mergulhos noturnos em mares e rios, pois há riscos de ficar preso em redes de pesca e a visibilidade do ambiente fica comprometida;

10 – Muita atenção com as crianças, designe uma pessoa específica para tomar conta delas. Essa pessoa deve reduzir o consumo de bebida alcoólica e se concentrar exclusivamente no cuidado às crianças;

11 – Não confie na falsa impressão de segurança que comumente os pais têm com o uso de boias e com a presença de outros banhistas conhecidos em torno da piscina;

12 – Não descuide das crianças, mesmo com a presença de um salva-vidas. Lembre-se que, nessa época, eles têm uma grande quantidade de banhistas para cuidar. Além disso, a visão deles pode ser prejudicada pelo ângulo ou pela movimentação de pessoas.

Do Portal do Governo do Estado

 

 

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